Duração: 7 aulas
Publico alvo: aberto a todos
Período: De 18/02 a 31/03/2008 (segundas-feiras/noite)
Horário: das 20:00 às 21:30 hs.
De 14/02 a 27/03/2008 (quintas-feiras/tarde)
Horário: das 14:30 às 16:00 hs.
Local:
Sede do Núcleo - 1º andar - Sala de Cursos
PALAVRAS
DE LUZ
As
palavras podem ser comparadas a caminhos. Uns levam com
brevidade ao porto de segurança, alguns conduzem a abismos, vários
facultam o avanço tranqüilo, inúmeros são sinuosos e difíceis, diversos
tornam-se atalhos ou se alargam complicados, podendo ser escolhidos de acordo
com a preferência de cada individuo.
Assim,
também são as palavras. Há aquelas que contribuem para a paz e a ordem, a
liberdade e a razão, outras existem que perturbam, confundem, produzindo
insatisfação e dor, muitas geram polêmicas e desequilíbrios... Todos porém,
podem ser usadas conforme a preferência de cada ser.
As
de Jesus, que libertaram o homem da ignorância são palavras de luz, que
permanecem insuperáveis.
Transportando
a sabedoria dos milênios para a vivência cotidiana, o Mestre Incomparável
abriu a Sua boca e inundou o mundo de esperança e paz.
Todos
os Seus ditos permaneceram como caminhos para a plenificação humana,
acompanhadas pelos seus atos que os confirmavam na sua excelente qualidade.
Com
Alan Kardec aprendemos que as palavras da verdade, impregnadas de lógica
invulgar, são alicerces para a edificação das vidas que as adotem como regra
de comportamento, porquanto penetrando os conteúdos profundos da revelação
espiritual, o insigne lionês conseguiu atualizar os ensinamentos do Mestre
Jesus, lançando pontes entre a ciência e a fé, a filosofia e a moral, a razão
e a religião.
Por
isso mesmo, as suas são igualmente palavras de luz, que aclaram o entendimento,
dignificam aqueles que as vivenciam, projetando para o futuro próximo uma
sociedade equânime e feliz.
Joanna
de Angelis – Prefácio do Livro “Palavras
de Luz”.
Todos os santuários – asseverou Áulus (espírito) em seus atos públicos,
estão repletos de almas necessitadas que a eles comparecem, sem o veículo
denso, sequiosas de reconforto. OS EXPOSITORES DA BOA PALAVRA PODEM SER
COMPARADOS A TÉCNICOS ELETRICISTAS, DESLIGANDO TOMADAS MENTAIS, ATRAVÉS DOS
PRINCÍPIOS LIBERTADORES QUE DISTRIBUEM NA ESFERA DO PENSAMENTO (Nos Domínios
da Mediunidade, cap. 4 – André Luiz)
ESTA É A TUA TAREFA.... Boa Sorte!!!
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ORATÓRIA
– O PORQUÊ DESTE CURSO
Uma
vez ao ano, nos meses de fevereiro a abril, oferecemos esta opção aos alunos e
trabalhadores da Casa com o intuito de melhor adequar àquele que busca, através
da exposição divulgar a doutrina de Jesus e Kardec.
O
intuito foi criar um pequeno curso apostilado contendo orientações técnicas,
e oferecer ao aluno oportunidade de expor na prática, mediante temas,
previamente estabelecidos
Este
curso atende aos propósitos de informar, treinar, estimular à tarefa de
divulgação, dando suporte não só técnico como prepara-lo para embasado em
Kardec ser um multiplicador das mensagens do Cristo e Kardec.
RESUMO
DO QUE APRENDER NESTE CURSO
Combater
a inibição e o medo de falar.
Falar
com naturalidade, técnica e eficiência.
Falar
de improviso em qualquer situação.
Contornar
situações difíceis e inesperadas.
Projetar
uma imagem confiante e simpática.
Falar
com desembaraço e sem constrangimento.
Conversar
com desenvoltura em todos os ambientes
Planejar
apresentações vencedoras.
Evitar
o “branco” e situações embaraçosas.
Eliminar
cacoetes, vícios e maneirismos.Desenvolver a postura e gesticulação com
harmonia
e naturalidade.
Conquistar
ouvintes hostis e indiferentes
Ativar
o relacionamento pela comunicação.
Responder
perguntas com segurança
Fazer
apresentações profissionais
Dirigir
e participar de reuniões.
Ampliar
o vocabulário e corrigir a linguagem
Melhorar
a voz e a dicção para falar de maneira agradável.
Preparar
palestras de sucesso
Ordenar
a exposição de forma lógica
Falar
corretamente em pé ou sentado.
Participar,
com sucesso, de entrevistas diante das câmeras.
Usar
o humor, a emoção e a presença de espírito para dar brilho às apresentações.
MENSAGEM
DE BEZERRA PARA OS DIVULGADORES ESPÍRITAS
AMIGO,
Jesus
em nós todos para que estejamos efetivamente com Jesus.
Sim,
meu filho.
Divulgar
o conhecimento espírita à luz das instruções do Cristo é dissipar as
trevas.
Trabalhemos.
Os recantos da sombra esperam braços amigos que lhes clareiem as portas de
libertação e de paz.
Recordemos
os nossos irmãos segregados nas furnas do sofrimento espiritual.
Os
que perderam a esperança e naufragam no desalento...
Os
que foram atraídos pelas próprias tendências, acalentadas em várias
reencarnações de desequilíbrio e se abeiram da delinqüência...
Os
que experimentaram provas difíceis e escorregaram nas pedras da revolta...
Os
que turvaram a própria consciência, entregando-se aos processos de culpa nas ações
impensadas...
Os
que estabeleceram nuvens de negação na própria cabeça e acabaram
desconhecendo a si mesmos...
Os
que se isolaram nas paixões fulminantes da posse e enlouqueceram na cegueira do
coração...
Os
que esmoreceram na dor, caindo em desânimo, ignorando que a dor se lhes faria
medicamento da redenção...
Os
que usaram o verbo para destruir e tomaram em lutas desnecessárias,
encarcerados nas conseqüências dos próprios erros...
Os
que se debatem nas ondas pesadas de enganos cruéis, nas quais se cristalizam na
cultura do cérebro, paralisando os recursos do sentimento...
Os
que se acham em segregações carcerária reparando equívocos lamentáveis que
os induziram às agressões nas quais rolaram aos profundos abismos do
sofrimento...
Os
que compraram para si mesmos enfermidades deprimentes com os gestos infelizes em
que se comprometeram e aguardam ansiosos o remédio da alma que lhes sane a
consciência cansada...
Os
que se perderam das melhores oportunidades na reencarnação, caminhando
agoniados pela desilusão nos territórios espirituais de ninguém...
Os
que jazem tantas vezes recobertos de autoridade e influência, trazendo o coração
semimorto no peito retalhado de angústia...
Os
que criaram para si próprios a tempestade de lágrimas e receosos ante as próprias
fraquezas anseiam armar-se contra eles mesmos, marginalizados no desespero dos
quase suicidas...
Quem
poderia relacionar todos os distritos sombrios da provação que nós mesmos
criamos, nós, as criaturas de Deus, quando nos distanciamos de Deus, na paixão
por nós mesmos?
Em
razão disso, trabalhemos quanto se nos faça possível.
Os
que sofrem não necessitam de palavras ou atitudes que lhes agravem as
feridas...
Rogam
simplesmente um bálsamo que os alivie ao encontro da recuperação.
Os
que se mergulham nas trevas, não precisam que se lhes explique a situação de
penúria espiritual a que se lançaram desprevenidos...
Pedem
tão-somente uma luz.
Filhos,
que o Senhor nos ampare e nos abençoe hoje e sempre, são os votos do servidor
BEZERRA
(mensagem
psicografada por Francisco C.Xavier em reunião de 1.6.74, Uberaba/MG)
NOS
DOMINIOS DA FALA
Não
somente falar, mas verificar, sobretudo, o que damos com as nossas palavras.
Automaticamente,
transferimos estados de alma para aqueles que nos ouvem, toda vez que damos
forma às emoções e pensamentos com recursos verbais..
Terás
pronunciado formosos vocábulos, selecionando frases a capricho, no entanto, se
não as tiveres recamado de bondade e entendimento, é possível que tenha
colhido apenas indiferença ou distância nos companheiros, que te compartilham
a experiência.
Ainda
mesmo hajam sido as tuas expressões das mais corretas e das mais nobres,
gramaticalmente considerando, se nelas colocaste quaisquer vibrações de
pessimismo ou azedume, ironia ou insinceridade, elas terão sido semelhantes a
recipientes de ouro que derramassem vinagre ou veneno, ferindo ou amargurando
corações ao redor de ti.
Isso
ocorre porque, instintivamente, a nossa palavra está carregada de nosso próprio
espírito, ou melhor, insuflamos os próprios sentimentos em todos aqueles que
nos prestam atenção.
À
vista disso, analisemo-nos em tudo o que dissermos.
Conversa
é doação de nós mesmos. Opiniões que exteriorizemos são pinceladas para
configuração de nosso retrato moral. Mais que isso, o verbo é criador. Cada
frase é semente viva. Plantamos o bem ou o mal, a saúde ou a enfermidade, o
otimismo ou o desalento, a vida ou a morte, naqueles que nos escutam, conforme
as idéias edificantes ou destrutivas que lhe imponhamos pelos mecanismos da
influenciação, ainda mesmo indiretamente.
Balsamizarás
as feridas dos que se encontrem caídos nas trilhas do mundo, entretanto, que
será de nossos “irmãos horizontalizados na angústia” se não lhes
instilamos no coração a fé necessária para que se levantem na condição de
filhos de Deus, tão dignos e tão necessitados da benção de Deus, quanto nós.
Estudemos
a nossa palavra, entendendo-lhe a importância na vida.
Diálogo
é o agente que nos expõe o mundo íntimo.
O
verbo é o espelho que nos reflete a personalidade real para julgamento dos
outros.
Falarás
e aparecerás.
Emmanuel
O
GRITO
-
Uma boa palavra auxilia sempre. Às vezes, supomo-nos sozinhos e proferimos
inconveniências. Desajudamos quando podíamos ajudar.
É
preciso aproveitar oportunidades. Falar é um dom de Deus. Se abrimos a boca
para dizer algo, saibamos dizer o melhor.
A
pequena assembléia ouvia atenta a palavra de Sálus, o instrutor espiritual que
falava pelo médium.
-
Não adianta repetir frases inúteis. E é sempre falta grave conferir saliência
ao mal.
-
Contemos o bem. Destaquemos o bem.
Dentre
todos os presentes, Belmiro Arruda escutava em silêncio.
Decorridos
alguns dias, Arruda, nas funções de pedreiro-chefe
orientava o término da construção de grande recinto. O enorme salão
parecia completo. Tudo pronto. Acabamento esmerado. Pintura primorosa.
-
Experimentemos a acústica – disse o engenheiro superior.
E
virando-se para Belmiro:
-
Grite algo.
Arruda,
recordando a lição, bradou:
-
Confia em Jesus!... Confia em Jesus!...
O
som estava admiravelmente distribuído.
Os
operários continuavam na sua faina, quando triste homem penetra o recinto.
Cabeleira revolta. Semblante transtornado.
-
Quem mandou confiar em Jesus? - perguntou.
Alguém
aponta Belmiro, para quem ele se dirige abrindo os braços.
-
Obrigado, amigo – exclamou
E,
mostrando um revólver:
-
Ia encostar o cano ao ouvido, entretanto, escutei seu apelo e sustei o tiro...
Queria morrer no terreno baldio da construção, mas sua voz acordou-me... Estou
desempregado, há muito tempo, e sou pai de oito filhos... Jesus, sim! Confiarei
em Jesus!...
Arruda
abraçou-o, de olhos úmidos. O caso foi conduzido ao conhecimento do diretor do
serviço. E o diretor, visivelmente emocionado, estendeu a mão ao desconhecido
e falou:
-
Venha amanhã! Pode vir trabalhar amanhã...
-
Hilário Silva
(do
livro A Vida Escreve, psicografia – Francisco C.Xavier)
AÇÃO
DA PALESTRA SOBRE A PLATÉIA
Observei
que o mentor houvera convidado expressivo número de trabalhadores desencarnados
lúcidos e joviais, que me informaram ser cooperadores do Núcleo, durante as
explanações públicas, esclarecendo as companhias espirituais infelizes dos
encarnados, afastando as mais rebeldes e encaminhando aquelas que se encontravam
predispostas à renovação. Tanto a palestra como o estudo funcionava na condição
de psicoterapia coletiva para os indivíduos e os Espíritos.
Em
razão dos encarnados raramente manterem sintonia elevada, interesse superior
por muito tempo, eles se utilizavam da palavra do expositor para
centralizar-lhes a atenção e fazê-los concentrar-se. Então agiam com dedicação
e, ao término, ainda sob a psicofera saudável, realizavam algumas cirurgias
perispirituais, separando mentes parasitas dos seus hospedeiros, refundindo o ânimo
nos lutadores, apoiando as intenções saudáveis dos que despertavam, enfim
auxiliando em todas as direções, mediante também os recursos terapêuticos
dos passes individuais como coletivos.
(transcrito
do livro Trilhas da Libertação, Manoel P. Miranda, espírito, Divaldo P.
Franco, médium) pg 226/7, 4a.edição)
DICAS
IMPORTANTES PARA EXPOSITORES
“Ide
e pregai a palavra divina. É chegada a hora em que deveis sacrificar, em favor
da sua divulgação, hábitos, trabalhos, ocupações fúteis. Ide e pregai: Os
Espíritos elevados estão convosco” Erasto
(Evangelho Segundo Espiritismo)
E
Jesus, vendo a multidão, subiu a um monte,e, assentando-se, aproximaram-se dele
os sues discípulos. E, abrindo a sua boca, os ensinava, dizendo... (mt V 1-2)
“...
ai de mim, se não pregar o Evangelho ! “ (Paulo, I Cor, IX-16)
A
maior caridade, que praticamos em relação à Doutrina Espírita é a sua própria
divulgação... Emmanuel
É pela tribuna espírita, que a mensagem doutrinária chega ao grande público, diariamente, nos milhares Centros existentes. Seu alcance é maior que o livro, pois, no país, muitos não sabem ler , dos que sabem, muitos não cultivam o hábito das boas leituras.
O
expositor espírito, ante o público, é um “representante” do próprio
Espiritismo e do movimento espírita. Assim é que o público o vê e, tudo o
que o expositor disser ou fizer, repercutirá, em favor ou descrédito, para a
Doutrina Espírita e toda a coletividade espírita.
Se
ele acertar, ótimo. Suponhamos, porém, que haja falhas graves:
DOUTRINÁRIAS
- Dando um sentido falso do que
seja o Espiritismo,
-
Provocando reações hostis, como, por exemplo, no caso de comparações ou
referências infelizes a pessoas ou religiões.
MORAIS
-
lançando, com má conduta, descrédito sobre a moralidade dos espíritas.
TÉCNICAS
-
desagradando ao público e não se atingindo, assim, os objetivos de divulgação.
ALGUMAS
RECOMENDAÇÕES
-
exponha a Doutrina com clareza e lógica, de jeito a que os ouvintes percebam
que ela